Uma língua talvez de um poeta,
é insinuante,
mostra-se invasiva, desperta...
Larga, grande, provocante!
Um... colosso!!!
A dita, põe-se á própria porta,
Passeia em volta.
Sinta-a passeando no seu pescoço...
O suspeito proprietário diz que ela é uma coisa tola,
tímida, nada saboreia.
Finge-se inocente?
O certo é que ela desencadeia,
atiça à cobiça.
Fosse ele atrofiada,
Seria despercebida?
A hipertrofia nela é presença.
Deixa -nos convencidas:
é saudável, inexistem, anomalia, doença.