Sou errante tão somente,
dando passos vagos no breu?
No pensar dolente:
Enroscar-me no corpo seu.
Sou errante ao aspirar seu perfume,
Desejar seu fungar no meu pescoço
Acariciar o cume
do colosso que a mamãe natureza lhe deu?
E quanto errar de passos!!!
Não deveria ir em frente.
Arreio os braços
ao seu vislumbre! Os lábios ficam frementes!
Volto. Novamente erro os passos.
Ouço-me a dizer asneiras!!!
Desejar seus beijos, amassos,
Pela vida inteira.
Erro passos,
Erro dizeres...
Mas, nem disfarço
se me negas prazeres.
Sou errante na noite,
Ao deitar da lua.
E no ferry boot,
Ao sentar-me na cadeira ao lado da sua?
Vigiano
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Mas eu sempre vigiando
ao pôr da tarde
olhos fechados serenos
mil e uma estrelinhas
piscavam como vaga lumes
subiam como foguetes
em suplica ao Senh...
Há 3 semanas

