A saudade sai do peito,
inunda os olhos.
Destarte,
Com ginga e arte,
tentamos dissimulá-la.
Quer beijos, abraços...
Nos olhos, no semblante está escrito
O quanto nos abala!
É invasiva, arrogante...
invade o amante
por inteiro!!!!
Com seu jeito sorrateiro.
Saudade é noite sem lua,
Jardim sem flor...
Não nos rejeita,
no nosso âmago se ajeita
fluindo seu dissabor.
Vigiano
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Mas eu sempre vigiando
ao pôr da tarde
olhos fechados serenos
mil e uma estrelinhas
piscavam como vaga lumes
subiam como foguetes
em suplica ao Senh...