Nesta tarde amena, de abril, ainda ouço seu adeus.
Ah, ingrata criatura,
satisfiz os caprichos seus
pra nós sonhei tantas venturas!
Me deixas quando desejo muito seu abraço.
Minh' alma está triste,
muito resisto
atirar-me em seus braços.
Sabe que sem você sequer sei o que faço.
Lhe amo tanto!
Não sebes o quanto
é difícil aceitar esta dissolução!
Mas nesta começo de outono,
a esperança em mim se faz presente,
vou esperar o recomeço desta paixão.
Vigiano
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Mas eu sempre vigiando
ao pôr da tarde
olhos fechados serenos
mil e uma estrelinhas
piscavam como vaga lumes
subiam como foguetes
em suplica ao Senh...