...e lhe quero tanto!
És um sofisma
um abismo
meu mar de pranto!
Lhe vejo não lhe toco.
só no desejo lhe beijo
Na confiança dei-lhe um voto
consegui arquejos...
no meu frágil peito
outrora magnânimo
não vejo jeito de sumir este desânimo.
Lhe quero meu querubim,
verdade mentira...
Lhe espreito, sim
da janela, do jardim...
Tento lhe agarrar, escorregas!
quero lhe amassar...
ai, não se entrega,
põe-se a me espicaçar!!!
AH! Darei tempo ao tempo, meu beija-flor.
não vou me por ao desalento
Um dia ao meu contento
te entregarás. amor.